Top Gun Virtual Learning:Lotus Advanced Portal July 10-12, 2012

Top Gun Virtual Learning: Lotus Advanced Portal
July 10-12, 2012

Enroll and mark your calendars now for the next virtual ICS Top Gun Class!
Want to better understand the concept of an  “exceptional web experience?” Top Gun Virtual Learning: ICS Advanced Portal is for you! This virtual SALES class provides the very latest sales training on ICS solutions, as well as direct access to some of the best Portal sales leaders in the brand!  We’ll explain the components of the Portal portfolio and discuss industry-specific Portal solutions you can sell now……and the best part is, you can participate from the comfort of your own home!

About this class: This is a virtual classroom environment designed for ICS SALES professionals and anyone wishing to learn more about ICS portal solutions. This is NOT  a technical class.  The course is designed to increase your knowledge of strategies for identifying and qualifying opportunities to sell the ICS Portal solution portfolio. This is a PASS/FAIL class, which includes a test at the completion of the course.

Audience:  SCLs, inside Sales reps, eSMs, CSMs, GBS, GTS, ICS Sales Specialists, Telesales, Client Reps,
Industry Solutions Specialists,  Managers, IBM Business Partners and anyone selling or
needing more knowledge of ICS solutions

When:    July 10-12, 2012:  9:30 AM to 1:00 PM  U.S. EST

Where:      NO TRAVEL NEEDED….
It’s live, interactive and web-delivered using SmartCloud for Social Business!

Cost:     There is no tuition charge for the class.

Prerequisites:  None

You can enroll for the virtual ICS Top Gun class here: http://www-03.ibm.com/systems/education/topgun/virtual/virtlernlotusap.html

Questions?  Need more information?

For questions and/or assistance, please send an email to the ICS Top Gun Class Manager, Darlene Shamsid-Deen:  darlene_shamsid-deen@us.ibm.com

Novo processo de licenciamento IBM SmartCloud Social Business

-[REMINDER] SWG, LOTUS: Webcast 1 “Bem vindo ao SmartCloud Social Business” – Regras de licenciamento
Treinamento
A Brand de ICS dá início a uma nova série de capacitação para Parceiros de Negócios IBM, elaborando o primeiro webcast sobre a família IBM SmartCloud Social Business, e você é o nosso convidado para esta sessão.A partir do anúncio da IBM para incluir dentro das iniciativas SmartCloud nossos produtos de colaboração e correio na nuvem, o que era conhecido como LotusLive, agora é oferecido como SmartCloud Social Business.

Embora a base do serviço e as funcionalidades são as mesmas que tínhamos nos produtos com o nome de LotusLive, agora temos novos Part Numbers e regras de licenciamento.

A ideia é apresentar várias questões para esclarecer o novo modelo, resolver dúvidas e facilitar o processo de cotação entre Parceiros, Distribuidores e Clientes.

Segue mais informações sobre este treinamento online:

  • Webcast 1: Novo processo de licenciamento IBM SmartCloud Social Business

Data: 19 de Abril de 2012
Horário: das 10:00h às 11:15h (horário de São Paulo)
Idioma: em Português
Custo: Gratuito
Público alvo: Parceiros de Negócios que estejam desenvolvendo oportunidades com clientes de SmartCloud Social Business
Objetivos desta sessão:
1. Apresentar o novo processo de licenciamento, incluindo vantagens, novidades, assuntos para ter cuidado, além de outros.
2. Gerar um espaço para interagir e discutir sobre esta mudança.
Link de inscrição: https://www.ibm.com/events/wwe/ap/apeptreg.nsf/enrollwelcomept-BR?openform&seminar=kwoalfs8su7ex&lang=pt-BR

Faça sua inscrição agora mesmo!
Vagas limitadas!

Responsável pela comunicação: César Borrero Sabogal (cesarb@co.ibm.com)

Cool new downloadable social business demos for Partners http://bit.ly/ICSDemos #ibmpartners

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BVA – Agora parceiros têm acesso as ferramentas de BVA diretamente no PW

Business Value Assessment (BVA) is a pre-sales consulting offering to help you dramatically improve your ability to close bigger deals faster.  BVA also helps to enable the customer to clearly understand the value of the the IBM Collaboration Solutions (ICS) stack for their organization.
IBM’s Business Value Assessment (BVA) method is a well proven business case modeling approach used by IBM and our IBM Business Partners to help our customers build their investment case for social business.  At the heart of BVA, our use case visual models (day in the life demos (DITL)) engage the customer to craft “their vision” and, in the process, lead the customer toward a more robust and lower risk IBM solution.  Find here everything you need to initiate and complete a business value assessment and DITL demo with your customer.

The methods are really just practicing good consultative selling techniques:
1.    Get a sponsor and their team agreed on what it is they are trying to do
2.    Show them how good life could be, if only they invested in your solution
3.    Show them how to pay for it with a good cashflow and ROI analysis

These three steps must be completed in every sale.  The “starter” templates will provide everything you need to open the customer’s “buying dialog”, then lead them to closing the deal in the fastest path possible.

Join us in the BVA community where you will gain access to our methods and tools and have a means to work more closely with us on this innovative approach to improving ICS sales and service delivery. Here you will find the techniques to help your customer:
1.    align and focus their investments with executive sponsorship
2.    elicit value stories and demonstrations that compel action – with “Day in the Life” demos and the IBM Experience Modeler
3.    define return on investment (ROI) to secure funding for the project

If it is your first visit to the community, you will need to create a profile, then email your request to join to Peter Funke, who will authorize your access.

Sample tweet:  #ibmpartners Are you using Business Value Assessment (BVA) to optimize your selling opportunities?  To learn more:  http://ibm.co/zn4LXA

Messaging Express com 40% de desconto

Prezados BPs,

Apenas relembrando, aprovamos um desconto de 40% para os part numbers de Messaging Express abaixo:

D53V8LL    IBM LOTUS DOMINO MESSAGING EXPRESS AUTHORIZED USER  FROM COMPETITOR TRADE UP
LICENSE + SW SUBSCRIPTION  & SUPPORT 12 MONTHS
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& SUPPORT 12 MONTHS

Aproveite! Ofereça à seu cliente!

Promoção válida até 15 de Dezembro de 2012.

Portal Express com 50% de desconto

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MONTHS

Aproveite! Ofereça à seu cliente!

Promoção válida até 15 de Dezembro de 2012.

LotusLive ou IBM SmartCloud?

Estamos incorporando nossa família de produtos LotusLive ao IBM SmartCloud. A partir de agora, os produtos LotusLive serão gradativamente renomeados para IBM SmartCloud for Social Business.

www-01.ibm.com/software/collaboration/

The Two Most Important Words In Sales

Two Words

Redes sociais corporativas

Enviado por Carlos Alberto Teixeira -

18.01.2012 |13h15m

Lotusphere 2012

Redes sociais corporativas

Filosofia do ‘Social Business’ se espalha e quem ficar de fora pode se complicar

Ao longo da semana passada em Orlando, nos EUA, teve lugar o evento Lotusphere 2012, promovido anualmente pela IBM há 19 anos, com todos os holofotes agora voltados para o conceito de “social business” — a filosofia de redes sociais aplicada aos negócios.

Ninguém questiona que as redes sociais on-line se tornaram um fenômeno que arrastou e continuará arrastando hordas de internautas para dentro de suas malhas, modificando seus hábitos e abrindo as portas para uma infinidade de novas interações — algumas ricas e proveitosas, outras absolutamente fúteis ou, pelo menos, apenas passatempo.

Essas redes já existem desde 1980, sendo a Usenet a primeira delas. Vieram depois os BBS (Bulletin Board Systems), e, já com a internet de vento em popa, Geocities (1994), SixDegrees e os primeiros blogs (1997), Friendster (2002), e depois MySpace e LinkedIn (2005). Mas a tendência passou a assumir as proporções gigantescas que tem hoje com a aparição do Facebook (2004), do microblog Twitter (2006) e do Google+ (2011).

Em seu estudo “It’s a Social World”, de dezembro de 2011, a ComScore levantou que os sites de redes sociais atualmente atingem 82% da população mundial on-line, representando 1,2 bilhão de usuários no mundo inteiro. Em outubro de 2011, essas redes se tornaram a mais popular categoria de conteúdo em termos de engajamento mundial, sendo responsável por 19% de todo o tempo dispendido on-line — um salto e tanto comparando com os apenas 6% registrados em 2007. Em resumo, um em cada cinco minutos plugados são passados em sites de mídias sociais.

Não há como prever se o frisson social da internet perdurará ainda por longo tempo, mas inegavelmente terá deixado profundas marcas na comunidade on-line. E é nisso que a IBM está apostando.

Aproveitando a onda social da grande rede, a empresa, há cerca de um ano, analisou o fenômeno e se dispôs a aplicar esse novo jeito de pensar e viver on-line ao universo corporativo. Ao adotar o termo “social business” para designar a iniciativa, a IBM marotamente surrupiou a expressão de seu criador, o indiano Muhammad Yunus, Nobel da Paz, que a cunhou num livro seu escrito em 2009 para designar negócios criados sobre uma meta social, uma abordagem bem mais filantrópica e humanista que a da Big Blue.

Porém, terminologias à parte, a IBM pintou a expressão com novas cores, inspirando-se numa outra revolução ocorrida dez anos atrás, quando a web penetrou no ambiente de trabalho. Naquele momento ninguém sabia ao certo no que iria dar aquela nova tendência, mas quem pulou dentro do barco na hora certa conquistou vastos continentes.

Floresceram o e-commerce e o compartilhamento de arquivos peer-to-peer (Napster, Kazaa, eMule, torrents etc.). Surgiram também as soluções web para sistemas financeiros, contábeis, logísticos e de suprimento, com seus tentáculos penetrando cada vez mais fundo no universo empresarial. Hoje o que se vê é a web enraizada em quase todos os setores da atividade humana e, com os dispositivos móveis, sendo acessada a qualquer hora e de qualquer lugar.

O primeiro ponto que a IBM atacou com seu conceito de social business foi a figura corporativa quase monstruosa do e-mail, estendendo depois a abordagem à maioria dos processos de negócios nas organizações. Hoje já se prevê que os serviços de redes sociais irão substituir o velho e-mail em questão de poucos anos.

E a coisa não para por aí. Em novembro de 2011, saiu o quinto estudo da McKinsey&Company sobre o uso de redes sociais para negócios (veja <bit.ly/dm_mck>). Foram entrevistados mais de 4.200 executivos no mundo inteiro e ficou claro que as empresas estão aprimorando seu domínio sobre as tecnologias sociais, usando-as para melhorar suas operações e explorar novas oportunidades de mercado.

Quando adotadas em escala por empresas funcionando em rede e integradas aos processos de trabalho dos funcionários, as práticas de social business têm melhorado o desempenho financeiro das companhias e aumentado sua fatia de mercado, revela o estudo.

Macaca velha na arte do software e dos serviços voltados para grandes organizações, e com uma rede imensa de parceiros e canais, a IBM construiu uma série de peças que engenhosamente se encaixam na espinha dorsal de um sistema interativo que se parece muitíssimo com a linha de tempo de um Facebook ou de um Google+.

O nome dessa mágica é IBM Connections Next, uma evolução do sistema denominado IBM Lotus Connections, incorporando a roupagem de mídias sociais e abraçando também o inescapável conceito de mobilidade, hoje quase onipresente graças à febre dos smartphones e tablets e à caudalosa torrente de aplicativos móveis que jorra sem parar.

Baseado no IBM SmartCloud — gerenciador central de serviços na nuvem — o Connections Next provê uma suíte de ferramentas colaborativas e de inteligência corporativa, que combina agendas, correio eletrônico, comunidades, blogs e wikis em uma única interface amigável.

Mas um dos pulos-do-gato da IBM foi embutir nesse sistema algo que chamou de “sentiment analysis tools”, ou seja, ferramentas de análise de sentimento, não no sentido de emoções, mas com a função de extrair das interações entre usuários informações preciosas cuidadosamente pinçadas, identificando tendências, feedbacks e indicadores que podem otimizar o modo de funcionamento de uma corporação.

— A página inicial do IBM Connections representa um único local inteligente, oferecendo uma visão de alto nível de todos os projetos colaborativos em andamento sendo tocados pelos funcionários de uma organização — explica Jeff Schick, vice-presidente de software social da companhia.

Com a adoção do olhar das redes sociais, a IBM aproveita e apara as arestas, entregando aos usuários um ambiente interativo asséptico e bem azeitado, bem menos caótico que o das redes sociais públicas. Explicando o funcionamento desse novo ecossistema estruturado aos usuários das áreas de negócios, os processos tendem a fluir mais suavemente nas empresas e, como resultado, os parceiros da companhia acabam se encantando também, optando por entrar na onda.

— Desde o Lotusphere 2011 a IBM aprimorou muito sua abordagem de social business e implementou quase tudo que planejava nessa área — afirmou no evento Michael Fauscette, vice-presidente de soluções de software do grupo IDC Research. — Já havia um sólido arcabouço montado sobre a ideia do social business e agora as peças estão funcionando juntas.

Fauscette destacou a boa impressão que o sistema causa pelo fato de poder agregar em uma só experiência para o usuário, com uma interface limpa e moderna, os mais diversos aplicativos corporativos já existentes, alguns dos quais já estavam com a interface visual um tanto empoeirada e caduca.

— A filosofia do social business é calcada nos chamados três C’s: comunidade, conteúdo e colaboração. E é justamente isso que leva ao sucesso que essa abordagem está tendo nas empresas que foram as pioneiras ao comprar a ideia — complementa. — Com a mobilidade que o sistema proporciona, tornou-se possível conectar funcionários duma companhia localizados em qualquer lugar do planeta num ambiente de tempo real, capturando o conhecimento que essas pessoas detêm e espalhando-o por toda a organização de modo rápido e transparente.

No Brasil, grandes empresas como Banco do Brasil e Petrobrás já estão enfronhadas no conceito de social business, com redes sociais próprias já funcionando ou em fase de implementação.

— Acompanhando a tendência mundial, o Brasil já é forte em social business e tem grande potencial de crescimento nesse filão. O tema vem ganhando importância no país há pelo menos três anos — afirma Mario Costa, gerente para soluções de colaboração e social business da IBM Brasil. — Apenas um dos exemplos de que as organizações estão plenamente conscientes da importância desse conceito é que o tema da edição 2012 do CIAB FEBRABAN (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras) será “A Sociedade Conectada”.

Costa revela que também clientes de menor porte no Brasil estão aderindo ao conceito. É o caso do IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia), que está montando um projeto de redes sociais para melhorar a comunicação dos APL (Arranjos Produtivos Locais), de modo a atacar problemas genéricos, tais como a formação de cooperativas e a preservação do meio ambiente.

— Outro exemplo é o RioCard, vale-transporte da Fetranspor, que também já tem um projeto em social business — conta Costa. — O projeto visa a montar uma rede social específica para os usuários de transporte urbano no Rio. É dividido em quatro fases de seis meses cada e, no escopo mais amplo, também dará suporte à Copa e às Olimpíadas no Rio.

O executivo cita também o projeto em andamento na Polícia Militar de São Paulo, que está montando uma rede social interna que será alimentada em tempo real, graças à instalação de computadores de bordo baseados em Android em todas as suas viaturas.

Para quem quer saber mais sobre o que rolou no Lotusphere 2012 a dica é o excelente blog de Flávio Mendes, que trabalha na equipe de Mario Costa na IBM e que também esteve no evento. O link é <fgfmendes.blogspot.com>.

Social business ainda não é necessariamente tiro certo

Como ainda não se tem uma amostragem significativa de longa duração de como se dará a estabilização da ideia de social business nas companhias, é possível que, dado o extremo dinamismo do ambiente corporativo, os ganhos reais obtidos com essa nova abordagem não persistam, talvez pelo esforço demasiado grande de implementá-la em escala e pela significativa mudança de mentalidade que ela requer na cultura empresarial.

O estudo da McKinsey pondera que, na adoção da filosofia de redes sociais corporativas, alguns executivos não conseguiram obter significativos benefícios organizacionais e, no fim das contas, suas empresas se tornaram menos atuantes em rede. A pesquisa revelou também que, pelas respostas dos entrevistados, apenas algumas das empresas adotantes aprenderam bem como implementar essas novas tecnologias de maneira estruturada, aumentando sua agilidade e ajudando a gerenciar a complexidade organizacional.

Em suma, social business é uma filosofia já razoavelmente madura e que realmente promete. Mas só o tempo dirá se irá se manter firme no longo prazo… ou se é apenas mais um hype corporativo.

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Os riscos: retenção e caos

Se antes numa organização um funcionário ou um executivo guardar informação para si muitas vezes representava possuir mais poder, a coisa fica bem diferente num ambiente de social business.

— Está havendo uma mudança cultura nas corporações que adotaram o social business em sua rotina diária — relata Douglas Heintzman, diretor de estratégia do grupo Lotus de software da IBM. — A nova maneira com que são apresentadas as informações gerenciais e a transparência na trocas interpessoais vêm alterando o foco de poder nas organizações. Hoje tem mais poder quem constrói uma reputação de semeador e de divulgador de ideias criativas e construtivas nos processos de negócio. Com isso, quem insistir em reter informações estará cada vez mais se anulando na nova perspectiva corporativa.

Outro ponto sensível nas organizações é fazer com que usuários corporativos assumam a mesma atitude mental dispersa de quem passa o tempo em um site convencional de redes sociais. É algo que pode ser perigoso. Afinal, como bem sabe qualquer um que transite por essas mídias, o ambiente proporciona muitas distrações, com novos posts entrando a cada momento, ensejando comentários, repasses e, às vezes, providências.

Considerando que um dos maiores desafios para qualquer funcionário de uma companhia que use equipamentos e ferramentas digitais em seu serviço é manter o foco e concentrar-se em uma tarefa de cada vez, um sistema empresarial baseado em social business teria tudo para dar errado. No entanto, os estrategistas e analistas da IBM não nasceram ontem e têm plena consciência do risco.

— Existem situações no cotidiano de qualquer usuário de um sistema de social business em que ele precisa virtualmente se desconectar do ambiente dinâmico dos posts e das intervenções — afirma Mario Costa, da IBM Brasil. — Por esse motivo, o IBM Connections Next possui um modo invisível, em que cada usuário pode seletivamente deixar de receber notificações e inputs assíncronos, permitindo que se foque numa incumbência que exija concentração total, e que, ao final dessa tarefa, religue o fluxo de postagens em sua linha de tempo.

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/cat/posts/2012/01/18/lotusphere-2012-427083.asp

Forms Turbo

Prezados BPs,

Este ano falamos pouco sobre o IBM Lotus Forms. Possivelmente porquê vários de vocês conhecem bem a tecnologia Notes/Domino e sabem que é possível criar formulários com o Notes, porém, o Forms é um excelente produto, e se encaixa muito bem em infraestruturas onde o cliente não não tem o servidor Domino.

Veja neste artigo publicado no DeveloperWorks como é fácil criar um formulário com o Forms Turbo, e fazer com que este formulário siga um fluxo de aprovações (assinaturas eletrônicas).
https://www.ibm.com/developerworks/br/local/lotus/lotusformsturbo/index.html

Vamos explorar mais esta tecnologia em 2012!